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Apresentação |
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Ptolemeu (2,6,38-48) cita a cidade de
Tuntobriga, situando-a entre Douro e Minho,
integrada no território dos Callaeci Bracari. Em
1882, na borda de um poço da aldeia do Freixo,
foi recolhido um bloco granítico
paralelepipédico, onde se lê: [G]ENIO / [T]ONCOBR
/ [I]CENSIV[M] / [FL]AVIUS / V(otum). S(olvit).A(nimo).L(ibens).M(erito)
Das interpretações apontadas por diversos
autores, optou-se pelo nome Tongobriga e
identificamos esta cidade com o actual lugar de
Freixo, onde as evidências arqueológicas
confirmam a propriedade da inscrição encontrada
em 1882.
Tongobriga começou a ser escavada, em Agosto de
1980, num sítio chamado "capela dos mouros“,
designação dada pela população local à pequena
parte então visível das ruínas romanas.
A estrutura castrejo-romana criada em Tongobriga,
possivelmente pelo imperador Augusto, amadureceu
política, administrativa e economicamente,
resultando daí a instalação de uma cidade. A
escavação permite dizer que no final do séc. I,
início do séc. II, Tongobriga surge como civitas,
com preponderância sobre a região envolvente.
A construção das termas no final do séc. I, do
forum na 1ª metade do séc.II e demais edifícios
públicos identificados, corresponde ao objectivo
de dotar este centro urbano de equipamentos
colectivos que, pela sua monumentalidade e
riqueza arquitectónica, impusessem Tongobriga
como centro de atracção e decisão. Junto ao
forum estavam as termas públicas, construídas em
Tongobriga no final do séc.I e posteriormente
remodeladas.
O sítio arqueológico, hoje com uma área
classificada de 50ha, é Monumento Nacional desde
1986. |
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Destaques
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Ciclo de Conferências |

Leituras contemporâneas que TONGOBRIGA pode
propiciar...
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Concerto - Orquestra do Exército |

Concerto
pela Orquestra do Exército no forum de
Tongobriga, pelas 21.30h
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